quinta-feira, 27 de junho de 2013

“Sob a luz”

 “O Tolo não se interessa em aprender, mas só em dar as suas opiniões.”
(Provérbios 18:2)

Em contrapartida a falta de estímulo à leitura Bíblica, os livros de Autores como Kepler, Galileu Galilei, Platão, Sócrates, Aristóteles, Sigmund Freud, Newton, Charles Darwin, Albert Einstein, entre dezenas de nomes notáveis sempre aconteceu com naturalidade a difusão e ensino de suas teorias acerca de tudo quanto não apenas pensavam, mas também aprendiam à cabo de seus predecessores entre conceitos pessoais, sociais e humanos, criaram livros e mais livros que são editados todos os anos para suprir a necessidade de ocupar o lugar deixado vazio pelo desuso da Bíblia.
Desde o ensino fundamental e muito além do ensino superior, (mesmo que atualmente haja um consenso de que alguns pensamentos não mais devem ser aplicados em sentido prático, mas serem tratados tal como são: “apenas teorias”), ainda permanecem causando distúrbios na compreensão de quem busca, conhecimento e através dele as mesmas respostas que tais livros apenas dissimulam acerca do que, talvez , tenha dito, ou não, tal escritor. E mais uma vez, o espaço deixado pela Bíblia tem sido usurpado, causando um confronto de pensamentos e “achismos” que não tem fim.

Contudo, o fato é que podemos compreender algumas das mais relevantes teorias e/ou teses à luz da Bíblia. Nesse esboço, faremos algumas menções, adaptações e comparações para entendermos que há mais motivos para aceitarmos o contexto bíblico-histórico e sua filosofia que apenas repudiá-la e honrar apenas a criatura em lugar do Criador.

Romanos 1:25 “Mudaram a verdade de Deus em mentira, e honraram e serviram a criatura em lugar do criador, que é bendito eternamente. Amém.”

Sigmund freud

“O Homem de coração dobre é inconstante em todos os seus caminhos.”
(Tiago 1:8)

O que Freud faz é descrever a vida daquele que o apóstolo Paulo chama de “o Velho homem”, que segundo o próprio apóstolo dos gentios é ainda prisioneiro dos “instintos egoístas”, chamados “carnais” e “seculares” entre os escritores bíblicos. E o fato mais curioso é que Freud era Judeu, conhecedor das escrituras e das menções bíblicas que sempre foram avançadas demais para o seu tempo. Não que ele tenha se aproveitado do conteúdo filosófico da bíblia para sobrepor sobre ele suas teses, mas convém fazer algumas anotações:



“Não mintam uns aos outros, visto que vocês já se despiram do velho homem com suas práticas.”
(Romanos 6:6)
“Pois sabemos que o nosso velho homem foi crucificado com Ele, para que o corpo do pecado seja destruído, e não mais sejamos escravos do pecado;”
(Colossenses 3:9)

Para o pai da Psicanálise, a pulsão não possui um objeto pré-determinado ou fixo. A única coisa que pode se dizer de certa na pulsão é a satisfação momentânea.
A busca pelo apaziguamento do acúmulo gerado pela excitação pulsional é o elemento comum a todas as vicissitudes da pulsão, isto é, o querer intenso de realizar algo gera esse instinto chamado de pulsão que, em geral, apenas impulsiona o “eu” ao desejo de realizar sem predefinir meios, condições e/ou consequências.
O que seriam tais “instintos” senão a pulsão sexual de que fala Freud?
E esse Velho homem das escrituras?  Tinha um caráter corrompido por maus costumes e vontades licenciosas? Provavelmente Freud queria fazer uma alegoria entre as vontades permissivas e proibidas ao homem. Mas a questão é: “Quem ou o que pode medir o grau do que é certo ou errado senão um que não é dado aos mesmos erros?” Será que Freud estava assumindo uma preexistência divina e reguladora?
Podemos considerar também que essa “Pulsão” da qual tanto fala Freud, como pecado?

“Quanto à antiga maneira de viver, vocês foram ensinados a despir-se do velho homem, que se corrompe por desejos enganosos,”
(Efésios 4:22)

Deus chamou o homem à existência através de sua vontade e realizou-a por seu imenso poder e o homem natural realiza-se em suas escolhas porque é a vontade do Senhor. Assim, é claramente possível entender que enquanto o homem esteve na presença de Deus, em comunhão com Ele no Éden, tal pulsão não existia porque o próprio Deus era o objeto fixo e pré-determinado para o ser humano. Então disse Deus: “Façamos o homem à nossa imagem, conforme a nossa semelhança. Domine ele sobre os peixes do mar, sobre as aves do céu, sobre os grandes animais de toda a terra e sobre todos os pequenos animais que se movem rente ao chão”. (Gênesis 1: 26)
E isto nos leva a compreender que tal “Pulsão” não é naturalmente humana, pois tudo quanto Deus fez é muito bom( Gênesis 1:31), mas incorporada às suas ações e/ou escolhas através de influência, inicialmente, malígna. Podemos, também, claramente compreender que a pulsão passa a existir justamente quando, por influência do diabo, o homem passa a se ver como distante de Deus e, por conseguinte, como menor do que Ele, pois é nisso que consiste a afirmativa da serpente de que ao comer do fruto da árvore do Bem e do Mal, homem e mulher se tornariam COMO deuses (Gênesis 3:5). Para sustentar essa asserção, o demônio tem de lançar mão de duas premissas essenciais: a primeira é a de que o ser humano não é e nem pode ser Deus. Essa postulação, por mais óbvia que seja, só adquire seu valor de uma humilde verdade, se for acompanhada de uma outra: a de que embora não sendo Deus, não estamos distantes dele. O diabo, não obstante, agrega a essa primeira premissa a idéia de que ser humano é ruim e que ser Deus é que é bom. Agindo assim, institui no coração do homem aquela que é a mãe de todas as invejas: a inveja da condição divina e, com ela, o primeiro reconhecimento da insatisfação. Até seu encontro com a serpente, o homem não se sentia insatisfeito, ou melhor, logo que os primeiros sinais de insatisfação brotaram em seu coração, Deus logo tratou de criar-lhe uma companheira. E esse estado de plena satisfação do homem não ocorria em função de uma possível cegueira humana para o que lhe faltava. É que a total comunhão com os desígnios de Deus lhe era suficiente.
“Temos, porém, esse tesouro em vasos de barro, para que a excelência do poder seja de Deus e não de nós.
(2Coríntios 4:7)
Essa abertura promovida pelo diabo entre aquilo que o homem é e o que ele poderia ser é o que os psicanalistas chamam de hiância, falta, furo, etc.
Perceba que essa hiância não nasce com o homem, mas é fruto da influência diabólica que induz o homem a se reconhecer como não pertencente à comunhão com Deus e, pelo contrário, querer se tornar como ele. Essa etapa, coincidentemente, é contemporânea do nascimento do ego no homem. Assim, Freud intuiu muito bem que o ego não é nada mais que a estrutura mental que condensa os ideais de totalidade e perfeição que o sujeito não aufere na realidade.
Figura tênue e claramente delineada pelos relatos Bíblicos, demonstrando a necessidade do homem a Deus. Que mesmo criando-o em condição de livre Arbítrio, não o aferiu o viver sem Deus ou distante D’Ele o que se identifica como o início do vazio que sente o homem e/ou a humanidade sem sua presença.

No mito do Gênesis, a representação do ego é justamente a idéia de ser como Deus, isto é, ser perfeitos de todas as maneiras e em todos os sentidos. E o grande logro do demônio é fazer com que o homem vá buscar no fruto da árvore do Bem e do Mal, aquilo que ele já possui, pois qual não seria a maior perfeição do que permanecer no amor Daquele que o criou, isto é, ser Um com Ele? Muito embora o Homem natural procure completar sua hiância com meios meramente humanos, desprezando totalmente a existência de um Deus amoroso e paterno, o homem apenas acrescenta ao seu vazio mais e mais vazio, tornando-o um balão-vivo. Percebam também que a falta, a hiância, não surgem em função da incidência da Lei como pensaram alguns freudianos mais apressados. Até porque, biblicamente, não havia Lei por necessidade, pois existiam apenas a Adão e a Eva ali e tudo quanto fosse necessário e que já não existisse provinha/proviria da parte de Deus. Pode-se até pensar no mandamento divino de não comer do fruto da árvore do Bem e do Mal como uma Lei, mas ela só adquire esse sentido a partir do discurso da serpente que mente acerca das conseqüências de sua transgressão, fazendo-os transgredir e sendo-lhes imposta a pena pelo ato cometido. O aspecto essencial, portanto, para o advento da falta (hiância) é a perspectiva de uma condição melhor. Isso adquire maior relevância tendo em vista que a constatação do homem como faltoso servirá a muitos filósofos e teólogos como atestado da existência de Deus, pois se o homem se vê como incompleto, é sinal de que ele concebe a possibilidade de ser completo, que corresponderia à idéia de Deus que, assim, não seria apenas uma idéia, mas sim a certeza de um Deus invisível, mas real. Assim, quando o homem, por influência do demônio, promove a abertura de uma distância entre seu estado real e um estado ideal, entre ele e Deus, todas as suas tendências que encontravam satisfação no Criador e no mundo por ele criado passam a ficar à deriva, pois nada disso mais satisfaz. Eis o nascimento da pulsão. A partir de então, ao se afastar da presença de Deus, o homem passará a se ver cercado com a terrível sensação de estar insatisfeito consigo mesmo (Cf. Agostinho, Confissões, I, 1, 1: “Criastes-nos para Vós, e o nosso coração está inquieto, enquanto não descansa em Vós”) e por tentar constantemente buscar satisfação nos objetos aos quais originalmente não deveriam ser alvo, sejam eles tal qual a lei mosaica no Pentateuco interdita e sinaliza como sendo animais, familiares e/ou pessoas do mesmo sexo, etc. Objetos de desejo claramente advertidos pelo apóstolo Paulo que mesmo vivendo numa sociedade cujos costumes eram de libertinagem desapegada de religião e de crenças que manifestam se até os dias atuais, Paulo mesmo assim reconhecia o poder das leis mosaicas instauradas e regidas por Deus. (Rm. 1,22 a 27: “Dizendo-se sábios, tornaram-se loucos, e mudaram a glória do Deus incorruptível em semelhança de imagem de homem corruptível, bem como de aves, quadrúpedes, e répteis. Pelo que Deus os entregou às concupiscências de seus corações, à imundícia, para desonrarem seus corpos entre si. Mudaram a verdade de Deus em mentira, e honraram e serviram a criatura em lugar do Criador, que é bendito eternamente, amém. Pelo que Deus os abandonou às paixões infames. Até as suas mulheres mudaram o uso natural, no contrário à natureza. Semelhantemente, também os homens, deixando o uso natural da mulher, inflamaram-se em sua sensualidade uns para com os outros, homem com homem, cometendo torpeza, e recebendo em si mesmos a penalidade devida ao seu erro.) E isto sim torna-se uma lei quando lemos; ( “E como eles não se importaram de ter conhecimento de Deus, Ele os entregou a um sentimento pervertido, para fazerem coisas inconvenientes.” Rm, 1,28) Paulo ainda diz que a lei sistematizada por Moisés é uma manifestação patente do amor de Deus para com o homem, pois mesmo sabendo que o ser humano deixou voluntariamente de estar em comunhão com ele, Deus lhe dá um conjunto de prescrições para que mesmo fora de sua presença, ele possa caminhar de acordo com seus desígnios e viver uma vida feliz – é por isso que Paulo compara a Lei a um pedagogo. O diabo, no entanto, aproveitou a existência da Lei para manifestar suas duas facetas: a de tentador (que já havia sido vislumbrada no princípio) e a de acusador. A de tentador é óbvia. Já a de acusador é análoga (isto é, semelhante) ao nascimento do superego. O superego não existe para gerar responsabilidade, ele existe para eliciar o sentimento de culpa, para fazer com que o sujeito se martirize por ter transgredido a Lei. O apóstolo Paulo simplifica e chama isso de “consciência” (conforme: Atos 23:1; 24:16; Romanos 2:15; 9:1;13:5; 1coríntios 8:7; 8:10; 8:12; 10:25;10:27 a 29; 2coríntios 1:12; 4:2; 1Timóteo 1:19; 1:5; 3:9; 4:2;1:3; Tito 1:15; Hebreus 9:14; 9:9; 10:2; 10:22; 13:18; 1Pedro 2:19; 3:16; 3:21) . Como até o nascimento do Messias ainda não havia o Advogado (Paráclito), o diabo triunfava, subvertendo a utilidade da lei, conforme: Mateus 11:13: “Pois todos os profetas e a Lei profetizaram até João.(o Batista)”,e como o próprio apóstolo João diz em: 1 João 2,1 “Meus filhinhos, estas coisas vos escrevo, para que não pequeis; mas, se alguém pecar, temos um Advogado para com o Pai, Jesus Cristo, o justo.” A entrada em cena de Jesus representa um passo decisivo nessa dinâmica, porque a fé em Cristo torna a lei mosaica desnecessária, porém coluna de fé expressiva, porque Jesus veio manifestar com sua morte a vontade do Pai de se reconciliar com o homem, isto é, de restaurar a comunhão que havia sido rompida lá no Gênesis, por influência do demônio. E o mais interessante é que Deus faz isso reconhecendo que após a saída de sua presença o homem se tornou falho e, portanto, não tem condições de, por sua própria força, alcançar novamente a comunhão com Ele. Por isso, Deus vem em socorro do homem não mais com um novo código de normas, pois Ele já viu que a lei acaba servindo para que o demônio escravize o homem. O Pai, enviando seu Filho como sacrifício para o perdão dos pecados, liberta o homem do pecado. Porém, Isso não significa que o homem não vai mais pecar, mas Significa que ele já não é mais uma criança que precisa de um rígido conjunto de normas para evitar o pecado, pois esse passa a ser um acidente de percurso – perene, obviamente, mas que não precisa mais ser temido, pois há um Deus que perdoa àquele que o honrar em amor, consciência santa e limpa de concupiscências e maldades humanas de acordo com tudo quanto Jesus Cristo ensinou. Nesse último parágrafo foi falado apenas sobre religião, sem nenhuma analogia com a teoria psicanalítica, mas Não é coincidência. É que Freud, de fato, não alcançou a novidade cristã, justamente porque, sendo judeu, ele sabia descrever perfeitamente bem a relação do homem com a Lei e o pecado, ou seja, a dinâmica de vida do homem velho paulino, mas não a do homem novo renascido em Cristo, mesmo sem ter se convertido ao cristianismo. Talvez a maior realização não só de Freud, mas de toda a Psicanálise, foi ter descoberto que há um judeu escondido em todos os homens. Para que a comunhão com Deus seja restabelecida, é preciso que o homem, em reconhecimento ao amor de Deus, institua um novo destino para a pulsão: tomar Deus como único objeto e o amor a Ele e ao próximo como únicas finalidades, conforme Mateus 22:37 a 40: “Respondeu-lhe Jesus: Amarás o Senhor teu Deus de todo o teu coração, de toda a tua alma e de todo o teu entendimento. Este é o primeiro e grande mandamento. O segundo, semelhante a este é: Amarás ao teu próximo como a ti mesmo. Destes dois mandamento depende toda a Lei.” Sim, ao próximo, porque o rebaixamento divino em Jesus trouxe o Deus de volta à imanência, isto é, que Deus por este ato admite ser De caráter indissociável ao ser humano por ser O Criador, Que existe sempre nele e se torna inseparável dele quando o há honra mútua e que os fazem Intrinsecamente ligados um ao outro. (Cf. Mt 25, 40: “Em verdade vos digo que quando o fizestes a um destes meus pequeninos irmãos, a mim o fizestes.”) A partir de então, Deus não está mais distante do homem, mas se personifica em cada pessoa com a qual nos relacionamos. Esse novo destino da pulsão demanda um recolhimento de investimento libidinal de todas as outras coisas – é o que Jesus chamava de abandono do mundo. E é aí que a conversão beira a psicose, pois o que ocorre nessa psicopatologia, para Freud, é justamente o desligamento libidinal dos objetos e a introversão da libido para o ego. A diferença é que no caso da conversão, a libido se dirige para o Cristo e não para o eu, trazendo assim no prazer de honrar a Deus e aos seus estatutos aquilo que nos falta, completando-nos. No entanto, se pensarmos como Agostinho, que concebia que Deus estava presente dentro do homem e, portanto, o afastamento de Deus implicaria um afastamento de si mesmo (Cf. Confissões, III, 6, 11: “De fato, tu estavas dentro de mim mais que o meu íntimo e acima da minha parte mais alta”), a distinção entre psicose e conversão deixa de existir. O próprio apóstolo Paulo ignora qualquer diferença (Cf. 1Co 1, 18: “Porque a palavra da cruz é loucura para os que perecem; mas para nós, que somos salvos, é o poder de Deus.”; 1Co 1, 21: “Visto como na sabedoria de Deus o mundo não conheceu a Deus pela sua sabedoria, aprouve a Deus salvar os crentes pela loucura da pregação.”; 1Co 1, 23: “Mas nós pregamos a Cristo crucificado, que é escândalo para os judeus, e loucura para os gregos.”) Fazendo uma analogia com a Psicanálise, Freud elabora a noção de pulsão de morte e com ela a idéia de que o prazer não basta para o homem, que ele busca uma satisfação que vai mais além, Freud sem saber intuiu uma realidade espiritual. Pelo fato do homem um dia ter estado ligado plenamente a Deus, ao buscar satisfazer se através da pulsão com os objetos ilícitos do mundo (na linguagem freudiana, os objetos parciais), o homem procurará repetir aquela plenitude primeira e invariavelmente fracassará novamente se optar transgredir a Deus. No entanto, como o pecado produz prazer, o homem insistirá nele pensando que poderá, na repetição, alcançar a satisfação pretendida – eis a compulsão à repetição de Freud. Pode ser que as analogias feitas neste texto, para alguns, possuam pouco rigor teológico, mas mesmo que suas limitações sejam bastante claras, servirão como tentativas de esclarecer a tênue ligação entre uma teoria bastante eficaz da condição humana e a verdade sobre tal condição e a relação do homem com Deus, em visão de um estudo teológico em contrapartida com a visão científica. Tomando por base algumas das mais belas contribuições humanas no contexto e traçando suas semelhanças com a palavra de Deus. Muitos pais da igreja, de forma semelhante, fizeram uso de sistemas filosóficos como o aristotelismo e o platonismo como ilustração de suas teses teológicas. A meu ver, Freud evidenciou toda sua genialidade ao destrinchar a vida psicológica do homem que ainda não alcançou a fé cristã. E o texto equipara algumas idéias freudianas com as evidências das sagradas escrituras. Onde os mitos freudianos e os mitos do éden se assemelham e trazem algumas semelhanças, como: no éden, o criador e a criatura (o sujeito e o Outro), o masculino e o feminino (a questão da sexualidade), e especialmente depois do pecado, o problema da vida e da morte (a teoria das pulsões). O bem e o mal… Etc. Ou seja, Freud e seus contemporâneos e os profetas e escritores bíblicos debatem sobre os mesmos problemas, que, evidentemente, são centrais.

domingo, 26 de maio de 2013

Quem é você nesta geração?!?

“O homem de coração dobre é inconstante em todos os seus caminhos.” (Tiago 1:8)
Estamos vivendo tempos obscuros, onde os princípios e valores são esquecidos e/ou usurpados por conceitos temporais. E isso, infelizmente, não é um ponto de vista, mas um fato!
São pontos positivos quando a nossa sociedade, e nós mesmos, quebramos tabus e “pré-conceitos” que, erroneamente, marginalizam, excluem, difamam e/ou definem pessoas, atitudes, culturas e, por fim, a “realidade”.
Somos em todos os instantes comparados e medidos através de nossas atitudes, amizades e até pensamentos. Contudo o nosso “Eu" nunca perdeu tanto sua identidade como em nossos dias.
“Ontem”
Outrora, podiam mestres e discípulos acompanhar o desenvolvimento espetacular de reinos e seus grandes dominadores que, com honra, permitiam dar à vida o valor e respeito equivalente a maior e mais especial honraria; a morte era tratada como tal, e não apenas uma extensão do destino, isto fazia com que vivessem intensamente em busca de melhoras para um mundo ainda a ser descoberto mesmo em decorrência do tempo finito e nebuloso que é viver. (É claro que isso se aplica aos mais sensatos e providos de valores). Eram tempos em que sentar-se debaixo de macieiras permitia-nos formular teorias que revolucionariam o mundo e o das demais gerações. Tempos em que as dificuldades eram o impulso que faltava para correr atrás de um “lugar ao sol” e não de viver à sombra de outrem. Tempo em que o parasita era reconhecido como o tal, mas que ainda assim havia lugar para ele junto a sociedade além dos exílios e prisões. Estamos vivendo tempos obscuros, onde os princípios e valores são esquecidos e/ou usurpados por conceitos temporais. E isso, infelizmente, não é um ponto de vista, mas um fato!
“Hoje”
Nossos dias estão atarefados demais; não dá tempo para nada; tudo parece uma mistura de distante demais e perto demais; nada tem medida usual, mas apenas temporal; os valores são relativos, superficiais e temporais, isto é, “Carpe diem” e só!
“Vivemos dias difíceis.”
A distância entre familiares não é mais à moda americana: “quando os filhos saem de casa para fazer faculdade e trabalhar, Mas visitam os pais nos fins de semana.” Mas é distância emocional: “ Os pais saem de casa para trabalhar e estudar por toda a semana e vivem com seus amigos no final dela. E os filhos ficam com as migalhas: Gritos, stress, desamor, incompreensão, falta de carinho, etc...”
O que acontece é que há uma geração distante da convivência familiar, alheios a formação de caráter proveniente dos valores familiares, incompreensão de efeito temporal, isto é, a ausência do diálogo informal entre familiares isenta os filhos dos pais em pessoa, gênero e grau onde os filhos desconhecem seus pais, familiares, culturas e suas experiências, escolhas e consequências. Com isso, não compreendem seu próprio caráter e seus conflitos interiores, tornando-se um jovem problemático e futuramente o algoz de uma família que espelhará a si mesmo as deficiências psicológicas nas quais acostumou-se a conviver. Levando gerações a cometer erros irreversíveis não só a nível pessoal, mas a mudança de caráter, princípios e valores que vislumbrados por exemplos deficientes tornam distorcida a compreensão de realidade.
“Para que não sejamos mais meninos inconstantes, levados em roda por todo vento de doutrina, pelo engano dos homens que, com astúcia, enganam fraudulosamente.” (Efésios 4:14)
O que fazer então?
Depois de tanto tempo, sociólogos, psicólogos, analistas de diversas áreas e institutos de pesquisa parecem chegar a uma conclusão: “Esta é a geração que passará sem deixar vestígios.”

Uma geração de anônimos sem comprometimento consigo mesmos e com o meio de que fazem parte, de alienados. Geração que não luta, esforça-se, importa-se por nada e não se incomoda com isso. Como se tudo o que acontece não lhes afetasse ou dissesse respeito, sequer lhes aguçasse a curiosidade: “Geração Hipócrita!”
Geração que foi acomodada em um mundo de percepção e valores distorcidos por um ego que não cabe em si mesma. Geração que não busca novas experiências, indiferente e alheia a tudo. Individualista demais para participar e compartilhar (além do Facebook): “Geração egoísta!”
Esta geração está passando sem receber atenção, sequer é percebida por si mesma.  O que a transformará em uma geração esquecida. Ninguém lembrará dela porque não há feitos para recordar ou comemorar. Essa é uma geração passiva de esquecimento: “Geração sem heróis ou heroísmo!”

“Não vos conformeis com este mundo, mas transformai-vos pela renovação do vosso entendimento, para que experimenteis qual seja a boa, agradável e perfeita vontade de Deus.” (Romanos 12: 2)


Geração que, confrontada pela verdade da Palavra de Deus, não esboça reação nenhuma, pois foi assistida por seus pais a tomar decisões insensatas, e orgulharam-se disso sem perceberem que não havia do que orgulhar-se em uma geração sem Valores morais. “Geração Insensata!”
Geração que vai passar sem legado, que perde seus valores comemorando futilidades que apenas divertem os que a assistem perdendo seu pouco valor. Geração que deu às costas ao real valor da vida que está implícito no aprendizado que a vida nos deixou intrincado entre os tempos. Valores que fundamentaram reinos e permearam grandes feitos e ações lembradas e eternizadas na história da humanidade. “Geração sem Legado!”
Geração que ficará na história como a que se imputou ao direito de aprender com os erros de outrem e não ter tempo para aprender com os próprios. Geração que mesmo favorecida pela tecnologia e comunicação, distrai-se demais com seus “pormenores” e ocupa-se em não enxergar todo o cuidado que há na criação. Desde Deus à família, até a sociedade Atual e moderna. Sequer se dão ao trabalho de tirar os olhos do celular que descarrega a cada meia hora, a cuidar de um futuro que se resumirá a fadiga e cansaço por conta de suas escolhas tomadas sem consultar ao Google. Geração à qual havia uma mensagem direta de disciplina, correção, exemplo, e acima de tudo Amor. Deus tem tratado diretamente e pessoalmente esta geração, mas ela continua vivendo e se exterminando mutuamente.

“ouvi a correção, não a rejeiteis e sede sábios.” (Provérbios 8:33)



Não podemos passar sem sermos vistos e sem deixarmos nossa boa marca. Deus nos desafia a sermos bênção para a nossa geração. Somos verdadeiras sementes do plano de Deus na terra; temos que nos lançar neste solo e deixar a vida de Deus crescer e frutificar através de nós.

quarta-feira, 15 de maio de 2013

Foi encontrada a Arca de Noé!


Este é um artigo muito criterioso a respeito da Arca de noé, Nele é deixada a seguinte questão: "Pode ser a tão esperada resposta positiva a respeito da embarcação construída pelo personagem bíblico?"

Leia e tire suas conclusões!!!

27/04/2010

Um grupo de pesquisadores formado por especialistas turcos e chineses assegura ter localizado a bíblica arca de Noé no Monte Ararate. Um dos membros do grupo, o documentarista chinês Yang Ving Cing, assegurou que foi localizada uma estrutura de madeira antiga a uma altitude de 4 mil metros, no Ararate, situado a leste da Turquia, perto da fronteira com o Irã. O explorador, membro de uma organização internacional dedicada à busca da mítica embarcação na qual Noé e sua família escaparam do dilúvio universal, garantiu que os restos encontrados têm 4.800 anos de idade.

“Não é cem por cento seguro que seja a arca, mas pensamos que haja 99,9 por cento de chances”, indicou Ving em declarações à agência turca Anadolu. “A estrutura do barco tem muitos compartimentos e isso indica que podem ser os espaços nos quais ficaram localizados os animais.”

Ele também explicou que o governo turco foi contatado com o pedido de proteção da região a fim de que possam ser iniciadas as escavações e acrescentou que será solicitado à Unesco que inclua essa região em sua lista de patrimônios da humanidade.

Não é a primeira vez que grupos de pesquisadores da arca asseguram haver localizado a embarcação no Ararate, a montanha mais alta da Turquia, onde a Bíblia narra que Noé desceu quando as águas do dilúvio universal baixaram.

Esta foi a notícia divulgada pela agência de notícias EFE. Não é a primeira vez que algo assim é noticiado, por isso é preciso cautela e paciência para aguardar novas pesquisas e descobertas. Creio ser possível que a arca esteja preservada, mas se realmente será encontrada, só o tempo dirá. Agora note a observação sem sentido feita no site
Ciência Hoje, que também divulgou o achado: “Há ainda outros especialistas que apontam ser mesmo impossível um barco naufragar a uma altitude superior a três mil metros, o que impossibilita a veracidade dessa lenda comum ao cristianismo, judaísmo e islamismo, segundo a qual Deus decidiu criar um dilúvio, tendo, antes disso, dito a Noé, um dos seus seguidores, para construir uma arca e salvar um par de cada espécie animal.” Quem disse que o Ararate tinha mais de três mil metros de altura quando o dilúvio teve fim? Esquecem-se de que as grandes cordilheiras e muitas formações montanhosas têm sido soerguidas ainda hoje pela ação da tectonia de placas? Imagino que tipo de “explicações” esses “especialistas” darão caso a arca seja mesmo localizada algum dia.
Pesquisadores creem ter encontrado arca de Noé

OS SETE ESPAÇOS ENCONTRADOS, REVELARAM:

A estrutura de madeira que foi descoberta pela equipe está quebrado, assim que os membros entraram na estrutura através de várias aberturas. Até agora, a equipe descobriu sete espaços. Um dos membros da equipe, Yeung Wing-Cheung explica durante a conferência de imprensa:
1. Um dos espaços descobertos é coberto por gelo. Sob o gelo pode ser visto madeira com vigas de madeira acima. É possível perceber uma construção com madeiras na parede, demonstrando claramente ser uma estrutura artificial.
2. O espaço testemunhado por Panda Lee é em formato de “L”. Este é o espaço descoberto pela primeira vez. E suas características combinam bem com alguns espaços descobertos mais tarde, como a construção da espiga. Concluiu-se que era originalmente uma sala em forma de caixa e muito decomposta.
3. Este espaço situa-se em mais de 5 metros de altura. Os membros da equipe tiveram que passar por uma abertura e descer de rapel para entrar. Todas as paredes são de madeira e o espaço é em forma de caixa. Estritamente falando, as paredes não são verticais, mas apresentam uma curva inclinada. Há uma pequena porta de um lado, de dimensões de 1,5 metro de altura, provavelmente leva a um outro espaço, mas nossa equipe não se arriscar ainda mais devido à falta de oxigênio.
4. Esta sala é em forma de caixa, tendo uma dimensão de altura, largura e comprimento superior a 2m. Há uma viga de madeira com pregos de madeira em um lado do muro. Acredita-se que a corda era presa nesses pregos para manter os animais no local. No outro lado do muro, há prateleiras.
5. Um espaço muito pequeno túnel, como se fosse um corredor que conecta a outros dois espaços.
6. As poucas escadas de madeira foram encontrados no interior da estrutura, que aparentemente ansiava por árvore. Nossa equipe escalou uma e encontrou uma porta no teto e concluiu que a estrutura de madeira tem mais de um andar. Nós tentamos abri-la mas não conseguimos. Desde que nós não queremos destruir a estrutura, vamos tentar de novo com equipamento adequado no futuro.
7. No sétimo espaço a equipe não conseguiu entrar, mas constataram uma pequena abertura acima. A altura e a largura são estimadas em 5 metros e 12 metros, respectivamente.

Especialistas e funcionários governamentais concordaram que a descoberta é de grande importância. À luz dos registros históricos, eles acreditam que a explicação mais provável é que seja, realmente, a Arca de Noé e posteriores estudos científicos deverão ser realizados.
Sr. Gerrit Aalten, renomado pesquisador holandês disse: "O significado deste achado é que, pela primeira vez na história, foi descoberta a Arca de Noé, e isto está bem documentado e disponível à comunidade científica mundial."

Com mais de 30 anos de experiência na coleta de informações , o Sr. Aalten, acredita que a tradução passada de gerações em gerações ajudaram a montar este quebra-cabeça, porque diversas pessoas mencionaram juntas os mesmos detalhes significativos que correspondem exatamente a este espantoso achado no Ararat.
Ele continuou: "Apenas alguns dos muitos detalhes que são correspondentes a este encontrar: ... a altura é encontrado em, que está acima" do nível de 4.000 metros ", outro detalhe é, a maneira como a Arca está situado na montanha que é "ligeiramente inclinada", ... que tem um "vermelho / aparência de madeira marrom" ... o fim da Arca "é decadente e quebrado e tem um" buraco através do qual se pode entrar, ... é mais parcialmente "enterrada no gelo e os restos da rocha", ... e que a Arca é "muito sólido e de alta qualidade", ... e "escuro, longo e rectangular" muito. Em conclusão, o Sr. Aalten disse, "há uma quantidade enorme de evidências sólidas de que a estrutura encontrada no Monte Ararat, na Turquia oriental, é a lendária Arca de Noé ".


O Arqueólogo e Professor, Oktay Belli disse: "A equipe de pesquisa fez a maior descoberta na história. Este achado é muito importante e o maior até agora. No Monte Ararat, sabemos que seres humanos nunca habitaram-no acima de 3.500m. O Monte Ararat é um lugar sagrado e tem ricos relatos históricos sobre a Arca de Noé na montanha. Muitas pessoas têm procurado a montanha para descobrir o barco construído por Noé e seus filhos. Desta vez é a primeira pesquisa séria que a equipe encontrou uma estrutura de madeira sob o gelo."


Dr. Ahmet Özbek, um geólogo turco explicou que a condição tem ajudado a preservar a estrutura para os milhares de anos que se passaram. Ele disse que "Nos dias atuais, a linha permanente da neve no monte. Ararat é de 3.900 metros. A estrutura de madeira foi encontrado acima de 4.000 metros. A temperatura baixa e as condições ambientais dos depósitos de material vulcânico geleira e ajudou a preservação. Ele também explicou que a proporção em peso de material de madeira era capaz de transportar cargas de até 5 vezes o seu peso. Portanto, esta estrutura pode suportar o peso pesado sem quebrar em pedaços.”



O Sr. Murat Güven, o Tenente Governador da Província de Agri, o Sr. Muhsin Bulut, Diretor do Ministério da Cultura da Província de Agri e o Sr. Ibrahim Sahin, Secretário Distrital de Dogubayazit City apreciam o esforço apresentado pela equipe de pesquisa e agradeceu a descoberta da Arca de Noé. Seria uma notícia chocante para o mundo.
Sr. Muhsin Bulut, disse: "Por mais de 2.000 anos, os relatos históricos e testemunhas dizem-nos que há um barco antigo no Monte Ararat, que sobreviveu a uma grande inundação e pousou sobre o monte. As pessoas acreditam que ela é a Arca de Noé. Eu acredito que a equipe finalmente encontrou o barco antigo e creio que é a Arca de Noé. O governo turco irá ajudar ainda mais a pesquisa científica da NAMI (Noah’s Ark Ministries International) no futuro. Os participantes irão convidar a participação de outros cientistas e serão oferecidos à outras pesquisas científicas para revelar a verdade sobre a Arca de Noé. Eles leram e assinaram um acordo de co-operação”

Fonte: http://www.noahsarksearch.net/big5/

Vídeo: http://www.noahsarksearch.net/eng/video.php?id=5
1. A arca de Noé foi encontrada?

Não. Várias expedições buscaram encontrá-la, mas sem sucesso. Algumas formações rochosas com “forma de barco” foram encontradas na área do Ararat, mas não há nada especial com relação a elas. Há numerosos relatos de pessoas que dizem ter visto a arca, mas não há evidências para apoiar estes relatos. Parece pouco provável que a arca venha a ser encontrada. Deve-se rejeitar as afirmações de que a arca foi encontrada, mas que é necessário mais dinheiro para obter as provas. Se a arca fosse realmente descoberta, os meios de comunicação iriam assegurar que todos soubessem disso rapidamente.

2. Como todos os milhões de espécies de animais poderiam caber na arca?

Não poderiam. A arca foi projetada para incluir apenas vertebrados terrestres — aqueles que caminham sobre a terra e respiram através de narinas (Gênesis 7:22). Isso não inclui animais marinhos, vermes, insetos e plantas. Há menos de 350 famílias de vertebrados terrestres vivos. A maioria destes são do tamanho de um gato doméstico ou menor. Se cada família taxonômica estivesse representada na arca por um par de espécimes, e com as poucas famílias “limpas” representadas por sete pares, a arca deveria conter menos do que 1000 indivíduos. A arca poderia provavelmente acomodar dez vezes este número (1). A questão de espaço para os animais na arca não é um problema difícil.

3. É razoável supor que cada família taxonômica poderia ser representada por um único par ancestral na arca? Isto não irá exigir taxas evolutivas absurdas após o dilúvio?

Algumas famílias taxonômicas podem ser grupos que representam mais do que um par de espécimes ancestrais. Entretanto, um par pode ter sido suficiente na maioria dos casos. Sabe-se que algumas espécies atuais possuem suficiente variabilidade genética para produzir variações morfológicas equivalentes a gêneros diferentes (2). As taxas de mudança morfológica podem depender do grau de isolamento genético, da quantidade de stress ambiental e também do tempo (3).

4. O que se pode dizer sobre alimentação, água e saneamento para todos aqueles animais?

Estas questões não são discutidas na Bíblia. A água da chuva poderia estar disponível, tornando o armazenamento de água desnecessário. O alimento foi aparentemente guardado na arca (Gênesis 6:21-22). O Deus que revelou a vinda do dilúvio, instruiu Noé sobre como preparar a arca e dirigiu os animais para a arca, certamente cuidou da “logística” necessária para o cuidado deles.

5. O que se pode dizer sobre animais com alimento muito específico, tais como o coala que requer folhas de eucalipto?

Não sabemos se os coalas foram sempre restritos a folhas de eucalipto, ou se sua dieta mudou. Nem mesmo sabemos se os coalas existiram antes do dilúvio, ou se eles se diferenciaram a partir de um ancestral que tenha sido preservado durante o dilúvio. Possivelmente não haja um meio de obter a resposta.

6. Como os animais puderam encontrar seu caminho a partir da arca até a América do Sul ou a Austrália?

Não sabemos, mas parece provável que os animais foram dirigidos de forma sobrenatural para ir para a arca, e de novo para se dispersar a partir da arca. Isto pode ter sido obtido pela implantação de um impulso instintivo para migrar, ou pode ter sido através da ação direta de anjos. Alguns podem objetar sobre a invocação de atividade sobrenatural, mas esta é inerente a toda a história do dilúvio. Atividades sobrenaturais não implicam necessariamente na violação de leis naturais, mas sim que os eventos foram dirigidos por seres de inteligência superior.

7. Que problemas não resolvidos sobre a arca de Noé são de maior preocupação?

Quantas espécies diferentes de animais foram salvas na arca de Noé, e quais são seus descendentes? Como os vertebrados terrestres se espalharam da arca até sua atual distribuição?

Notas para as perguntas sobre a arca

1. Para uma discussão criacionista sobre o espaço na arca, ver: Wodmorappe J. 1994. “The biota and logistics of Noah’s ark”. In Walsh R. E, editor, Proceedings of the Third International Conference on Creationism, July 18-23, 1994. Pittsburgh, PA: Creation Science Fellowship, p 623-631.

2. (a) Wayne R. K. 1986. “Cranial morphology of domestic and wild canids: the influence of development on morphological change”. Evolution 40:243-261; (b) Ver também as perguntas feitas sobre mudanças nas espécies.

3. Parsons P. A. 1988. “Evolutionary rates: effects of stress upon recombination”. Biological Journal of the Linnean Society 35:49-68.

Fonte: Sociedade Criacionista Brasileira

A Arca de Noé ainda existe?

Durante anos temos ouvido relatos da descoberta da Arca de Noé. Alguns dos relatórios parecem ser mais dignos de crédito do que outros, embora algumas tenham sido completamente absurdos. Uma coisa é certa, é impossível para todos os resultados relatados serem a verdade, pois se fossem haveria mais de uma dúzia de diferentes Arcas em locais diferentes.

No entanto a questão básica que suscita a discussão é se a Arca de Noé ainda existe hoje? Tenho levantado esta questão há alguns anos e agora tenho pedido a vários membros da comunidade criacionista para admitir que algumas das minhas razões para pedir isso merecem séria consideração. Portanto, eu gostaria de colocar estas considerações abaixo para sua avaliação. Por favor, permita-me acrescentar este aviso que não estou afirmando categoricamente que esta teoria seja fatual, mas é uma discussão séria do assunto.

ARGUMENTO n.° 1.
Deus sabe que o homem tem uma inclinação a estabelecer objetos de culto e levantá-los como ídolos, Ele teria permitido a Arca sobreviver tanto tempo? Considere o bezerro de ouro, em Êxodo 32; Astarote, em 1 Reis 11; Baal em 1 Reis 16; obras das suas próprias mãos, em Jeremias 1, a rainha do céu em Jeremias 44; imagem de ouro de Nabucodonosor em Daniel 3; e a lista vai longe. Considere quantas pessoas ainda hoje objetos de culto e as criaturas, incluindo a "Mãe Natureza" [Panteísmo], em vez do Criador. A mesma pergunta pode ser feita sobre a Arca da Aliança ou o cálice que [supostamente] Cristo bebeu. Porque é que a maioria das relíquias importantes descritos nas Escrituras não foram encontradas?

ARGUMENTO n.° 2
Em Gênesis 8, somos informados de que a Arca repousou sobre o monte de Ararat não no Mounte Ararat. Dependendo da fonte, a região do Monte Ararat (estimado na área sombreada) é uma grande região que contém várias zonas montanhosas de hoje e não remete necessariamente para uma montanha específica. É bem provável que ainda havia um quantidade significativa de turbulência geológica e de liquidação que ocorria após o dilúvio. Algumas montanhas que têm vindo a aumentar a uma taxa maior do que eles ainda são hoje. O aparecimento da terra a Noé provavelmente seria muito diferente do que as mesmas áreas parecem-nos hoje.

A identidade das montanhas de Ararat é ainda tema de debate, mas um certo número de criacionistas estão convencidos de que a referência não é a o mesmo monte que temos hoje. Ararat, que tem sido largamente conhecida pelos pós-diluviano possui atividade vulcânica. É por isso que todos os supostos avistamentos da Arca se dá no monte alto. O monte Ararat não faz sentido, pois a Arca não pode estar entre as camadas de basalto que saiu de erupções desde o dilúvio, ou mesmo no final do Dilúvio. As temperaturas das lavas teria queimado toda a madeira de qualquer maneira!

ARGUMENTO n.° 3
Novamente em Gênesis 8, somos informados de que a Arca pousou sobre o monte Ararat, e não no topo das montanhas, pois em seguida as águas continuaram a diminuir. Normalmente, qualquer coisa flutuando na superfície da água continuará a flutuar até que ele pega em alguma coisa ou a água se torne muito baixa no local impossibilitando flutuar o objeto. Não teria feito sentido que com a Arca não tivesse ocorrido o mesmo, não se estabelecendo no topo das montanhas, mas sim para baixo em um vale ou planície nas montanhas? Se a Arca tivesse se fixado mais acima, é mais provável que tivesse sido inclinado nas encostas, o que poderia ter sido muito problemática para Noé e sua família e os os animais. Uma vez que Deus cuidava de Noé e da arca para protegê-lo durante o dilúvio, se não ele teria continuado a fazê-lo, mesmo quando as chuvas escoavam?

O problema é que o texto da Escritura parece dar a entender que a Arca repousou [literalmente] sobre as montanhas, devemos entender que a geologia pós-diluviana ainda sofria importantes mudanças tectônicas devido o peso e a velocidade das águas que exerciam pressão sobre o continente, por isso aceita-se que a Arca deve ter sido inicialmente desembarcada no local mais alto, em seguida, acabou por se acomodar em uma situação mais favorável, tais como as encostas mais baixas ou um vale. Isso pode ser refletido no comentário mais adiante na narrativa sobre os topos das montanhas mais tarde, serem vistos.

Se a Arca tivesse aterrissado perto do topo das montanhas e as águas continuaram a baixar, ele teria feito muito difícil para muitos dos animais de desembarcar da arca, uma vez que muitos deles não são criaturas familiares das características do habitat de montanha. A Arca provavelmente pousou em um vale ou uma planície, assim teria sido muito mais fácil para os animais desembarcarem e se dispersarem. Teria também previsto um local adequado para Noé e as famílias de seus filhos a resolver.



ARGUMENTO n.° 4
Ao desembarcar da Arca, Noé certamente deve ter percebido que precisava de algo para construir casas ou abrigos para ele e sua família. Não tinha ficado nenhuma floresta em pé logo após o dilúvio. Pode ter sido possível encontrar alguns troncos ao redor, mas havia o suficiente para prover suas necessidades? Além disso, qualquer tipo de troncos encontrados serviriam ? A Arca teria fornecido uma fonte de madeiras já cortadas e trabalhadas. Não seria razoável que Noé e sua família utilizasse do recurso de madeira que continha a Arca para construir suas casas?

Com base nos argumentos listados acima, eu pessoalmente acredito que as chances de que a Arca de Noé ainda existe são altamente duvidosas e, como tal, provavelmente nunca mais será encontrada. Posso estar errado? Absolutamente! Eu poderia estar certo? Absolutamente! Depois de ler este artigo, onde você está sobre a existência da Arca de Noé?

 Fonte: R.L. David Jolly. Does Noah’s Ark Still Exist? CreationRevolution. Publicado em 19 out. 2010. Disponível em: <http://creationrevolution.com/2010/10/does-noahs-ark-still-exist/>
Pesquisadores creem ter encontrado a arca de Noé (2)

Hoje foi a vez de o
Portal Terra repercutir a notícia sobre a suposta localização da arca de Noé: “Um grupo de cientistas turcos e chineses afirma ter localizado a arca de Noé no monte Ararat, de acordo com a imprensa turca. O pesquisador chinês Yang Ving Cing diz que eles encontraram uma estrutura antiga de madeira [foto] em uma altitude de 4 mil metros no monte que fica no leste da Turquia, na fronteira com o Irã. O cientista é membro de uma organização internacional dedicada à busca pela arca em que, conforme a Bíblia, Noé e sua família escaparam do dilúvio universal. Segundo Cing, a estrutura encontrada tem 4,8 mil anos. [...]”

Estranhamente, a imprensa nacional ainda mantém silêncio sobre o achado. Ontem, em língua portuguesa, creio que este blog e portal de notícias
CNTN foram os únicos a publicar a nota. Hoje apenas o Terra repercutiu o achado. Se fosse algo que contrariasse a Bíblia, creio que seria primeira página nos principais jornais...

Ontem mesmo, em conversa com o amigo Dr. Urias Takatohi, do Unasp, concluímos que a cautela deve nos fazer mesmo esperar mais informações e estudos. Segundo ele, que é doutor em física e é um dos meus entrevistados no livro
Por Que Creio, numa consulta ao Google Earth com as coordenadas Latitude 39°41'46.35"N, Longitude 44°20'14.99"L e a fotos no site Panoramio (aqui, aqui e aqui), não é preciso ser especialista em geologia para perceber que a montanha chamada de Ararate (ou Ağrı Dağı) é um cone vulcânico mais recente do que o planalto de 1.800 m, do lado turco, ou o vale de 800 m do lado armênio. Na realidade, há vários cones vulcânicos visíveis em torno. “A aparência desses cones vulcânicos é bem ‘recente’”, ele avalia. “Esse tipo de montanha não cresce pela elevação do terreno existente como se observa nos Himalaias, Andes e Rochosas. A montanha cresce por deposição de material ejetado do interior em erupções vulcânicas. Se a arca tivesse ficado na região onde se esperaria encontrá-la? A 4.000 m ou soterrada no meio da montanha sob grandes quantidades de material vulcânico?”

A Bíblia afirma que a arca de Noé pousou sobre as "montanhas do Ararate" (Gn 8:4), mas não especifica sobre qual delas. Seria muito bom que a embarcação ou parte dela (se é que Noé e sua família não utilizaram a madeira para construir suas casas) fosse encontrada, mas nossa fé não precisa repousar nesse tipo de evidência. Há muitas outras.

Com relação à datação da amostra, também ficam dúvidas no ar. Para justificar idades pelo método do Carbono 14 (C14) maiores do que 6.000 anos, R. H. Brown (leia o estudo dele
aqui) levanta a hipótese de que antes do dilúvio a proporção de C14 no ambiente biológico e, consequentemente, nos materiais de origem biológica deveria ser muito pequena dando uma aparência de idade maior do que a real. O petróleo e o carvão mineral, segundo os modelos criacionistas, são materiais orgânicos pré-diluvianos e apresentam proporção de C14 compatível com idades C14 correspondentes ao limite do método em torno de 40.000 a 50.000 anos. A madeira da arca deveria ter a mesma idade C14 do petróleo e do carvão mineral.

Estaria errada a idade apresentada por Cing? Conclusão do Dr. Urias: “Não podemos dizer que a datação seja obrigatoriamente discrepante, a menos que o método de datação usado tenha sido o C14.”


Pesquisadores chineses e turcos encontram a Arca de Noé
A importância deste achado é porque, pela primeira vez na história, a descoberta da Arca de Noé foi bem documentada e revisada para a comunidade mundial. Houve várias ocasiões no passado em que pessoas encontraram a Arca e ainda entraram na arca, mas nenhuma evidência substancial foi apresentada para o mundo. Por exemplo, em 1883, pelo menos oito jornais ao redor do mundo informaram que uma equipe de vistoria dos comissários da Turquia subiu o Monte Ararate e encontrou por acaso uma gigantesca estrutura de madeira muito escura que acreditaram ser nada menos que a Arca de Noé. No entanto, a descoberta não foi mais investigada. Em diversas ocasiões, a Arca foi vista de fora de um avião. E em alguns casos fotos foram tiradas. Mas as fotos desapareceram inexplicavelmente.

O relato das testemunhas montou o quebra-cabeça completo da Arca, porque todos eles mencionaram os mesmos importantes detalhes que combinam exatamente com este surpreendente achado na montanha. Apenas alguns dos muitos detalhes que são mencionados deste achado são os seguintes:

1. A altura na qual foi encontrada, que é cerca de 4.000 metros de altitude.

2. Outro detalhe é a forma como a Arca está localizada na montanha - ligeiramente inclinada - e que tem aparência de madeira marrom avermelhada; a ponta da Arca está apodrecida e quebrada; e há buraco através do qual se pode entrar.

3. Que a sua maior parte está enterrada no gelo e que a Arca é muito sólida e de alta qualidade; e muito escura e longa em retângulo.

Alguém subiu na Arca em 1948 e tentou quebrar um pedaço da Arca com sua adaga, mas a madeira era tão dura e não se quebrou. Isso nos deixa com as seguintes perguntas:

1. Se esta não é a Arca, porque é que alguém construiria algo com enormes e pesadas vigas acima dos 4000 metros de altitude, onde não se pode respirar e viver com facilidade?

2. Por que alguém iria construir uma espécie enorme de estrutura com mais de um andar no alto da montanha, quando há mais espaço suficiente para construir?

Portanto, a minha conclusão é: há quantidade enorme de sólidas evidências de que a estrutura encontrada no Monte Ararate, na Turquia oriental, é a lendária Arca de Noé.

Gerrit Aalten
Pesquisador holandês que há 35 anos se dedica a estudos sobre a Arca de Noé. Viajou seis vezes para a Armênia, entrevistou diversas pessoas e procurou vestígios da Arca em diferentes culturas e na história. Considera a Arca como patrimônio da humanidade.

Fonte: Noah's Ark Ministries International

Repercussão na mídia mundial sobre a descoberta da Arca de Noé conforme divulgação em 25 de abril deste ano.
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Investigadores acreditam encontrar madeira da arca de Noé

A equipe, formada por seis investigadores de Hong Kong e outros nove da Turquia e que conta com o apoio do Governo turco, revelou domingo que descobriu, em Outubro de 2009, durante as escavações no monte Ararat, um pedaço de madeira com 38 milímetros que terá cerca de 4800 anos, segundo os resultados das análises realizadas.

De acordo com Yeung Wing-Cheung, um dos investigadores, a idade da amostra de madeira coincide com a data de construção da Arca de Noé apontada pela Bíblia.

Apesar de haver fortes indícios de que as amostras encontradas – de madeira a restos de cordas que se julgam ter servido para prender os animais – pertençam à Arca de Noé, os investigadores não confirmam, para já, esta tese, até porque, sublinha Yeung, “nunca ninguém viu a arca”.

“Porém, as amostras coincidem com os relatos históricos”, acrescentou.

O investigador alemão Gerrit Aalten, que também integrou a expedição ao Monte Ararat, considera que “há uma grande quantidade de evidências sólidas de que a estrutura encontrada é a lendária Arca de Noé”.

O geólogo turco Ahmet Ozbeck observa que a baixa temperatura e as condições ambientais dos depósitos glaciais e do material vulcânico ajudaram a preservar a estrutura de madeira encontrada a quatro mil metros acima do nível do mar.

A equipe de investigadores de Hong Kong e da Turquia não quis avançar com detalhes sobre o local da descoberta, alegando estar a aguardar que o Governo turco crie ali uma área de preservação para a continuação das escavações.


O monte Ararat tem sido alvo de várias investigações sobre a eventual existência da Arca de Noé, sobre a qual não existe, até ao momento, qualquer certeza científica.

Em 2006, uma expedição arqueológica liderada por cristãos norte-americanos alegou ter encontrado uma formação rochosa nas montanhas do Irão que teria semelhanças com a arca, uma tese refutada por vários especialistas que levantaram dúvidas sobre a possibilidade de a estrutura ter sobrevivido milhares de anos.

Outros especialistas apontaram mesmo ser impossível um barco naufragar a uma altitude superior a 3000 metros.

A história da Arca de Noé, comum ao cristianismo, judaísmo e islamismo, afirma que Deus decidiu criar um dilúvio para destruir o mundo por causa da perversidade humana, tendo, antes disso, dito a Noé, um dos seus seguidores, para construir uma arca e salvar um par de cada espécie animal.

Exploradores evangélicos da China e da Turquia acreditam ter encontrado os restos da Arca de Noé. “Não temos 100% de certeza de que seja a Arca de Noé, mas 99,9% indica que seja isso”, disse Yeung Wing-Cheung, documentarista de Hong-Kong e membro da Equipe-A Arca de Noé Ministries International à Agence France -Presse.
A equipe diz ter recuperado a arca a partir de amostras de madeira de uma estrutura no Monte Ararat, na Turquia oriental, a uma altitude de 13.000 pés. A datação de carbono sugere que os restos de madeira têm mais de 4.800 anos de idade.
Vários compartimentos, alguns com vigas de madeira, poderiam ter sido usados para abrigar animais domésticos. Outro explorador NAMI, Yuen Manfai, disse na conferência de imprensa de Hong Kong que “a equipe de pesquisa entrou em uma estrutura de madeira no alto da montanha. A estrutura é dividida em diferentes espaços. Acreditamos que a estrutura de madeira é a mesma estrutura registrada em relatos históricos e o mesmo barco antigo indicado pelos moradores”.
Até hoje nunca tinha sido encontrado nenhum objeto em uma altura superior a 11.500 pés. “A equipe de pesquisa fez a maior descoberta da história”, disse o professor Oktay Belli, arqueólogo da Universidade de Istambul. “Esta descoberta é muito importante e a maior até agora”.
Ahmet Ertugrul, líder da equipe de pesquisa, foi o primeiro a obter informações sobre a localização antes de iniciar a busca. “Eu descobri o local secreto em junho de 2008″, disse ele. “Uma fonte disse-me que esta é a Arca de Noé. Eu formei uma equipe de lá para a pesquisa em torno da região e encontrei uma estrutura de madeira. Tirei algumas fotos da estrutura interior”.
Em junho 2006 uma tripulação que incluía 14 evangélicos voltou de uma viagem a uma montanha no Irã com possíveis evidências de que o achado seria a arca. O grupo, liderado pelo explorador Bob Cornuke, encontrou um objeto incomum empoleirado numa encosta 13.120 pés acima do nível do mar. Eles disseram que algumas das pedras-madeira testadas por eles são madeira petrificada.
Outro caçador da arca é o falecido Edward Crawford, um ilustrador e ex-militar americano que ensinou teologia cristã na Igreja Presbiteriana Evergreen em Seattle. Crawford estudou sobre Ararat e descobriu em 1990 uma retangular e grande estrutura enterrada no gelo a uma altitude de 14.765 pés
Além da estrutura “Crawford” ter ganhado destaque, em março de 2006 o monte Ararat foi mapeado em um arquivo digital de alta resolução e se tornou conhecido como “Anomalia do Ararat”.
O local da anomalia na montanha no canto noroeste tem sido objeto de investigação por caçadores da arca há anos, mas permaneceu inexplorado, pois o governo da Turquia não concedeu autorização para expedição científica no local.
A anomalia permanece abrigada em gelo glacial, a uma altitude de 15.300 pés. As fotos sugerem que comprimento largura está perto de 6:1, como indicado no Livro do Gênesis.